As sociedades de pediatria são claras
Zero tela de 0 a 2 anos. No máximo 1 hora por dia, com supervisão, de 2 a 5. Agora compara com o bebê no carrinho com o celular apoiado na gradinha. A média das nossas casas está anos-luz do limite de segurança.
Neste mês dos pais, Déa e Tiba Camargos abriram os dois cursos juntos, no mesmo acesso. Um é o método dela pra tirar a tela do seu filho em 15 dias, sem guerra e sem birra sem fim. O outro é a formação dele, pra que essa decisão não fique nas costas de uma pessoa só.
Pagamento seguro Acesso imediato Garantia de 7 dias
Ele só aceita comer com um desenho ligado na frente. Acorda e, antes do bom dia, pede a tela. Os irmãos não brincam mais entre si. O sono desregulou. E quando você tira o aparelho da mão dele, parece que arrancou um pedaço dele.
Você já tentou. Limitou o tempo, e o tempo estourava. Trocou por desenho "educativo". Tirou no impulso, aguentou a birra, e devolveu pra ter paz.
Não segurou porque o problema não está na sua firmeza.
Do outro lado da tela do seu filho existe uma indústria inteira, com engenheiros e psicólogos trabalhando todos os dias pra prender a atenção dele. Você estava lutando sozinha contra isso, sem método. É a única briga dessa maternidade que nenhuma mãe vence no improviso.
E existe uma segunda parte dessa frase que quase ninguém diz em voz alta: você não deveria estar carregando isso sozinha.
Repare no que acontece na prática. Você estuda, você decide, você conversa com as crianças, você atravessa a birra. E ele está ali, do lado, querendo ajudar, sem saber exatamente como. Concorda com você em teoria, mas na hora do choro devolve a tela. Não por má vontade: ninguém ensina um homem a ser pai. Ele aprendeu a trabalhar, a prover, a resolver. A conduzir uma casa e a corrigir sem gritar, isso ninguém sentou e ensinou.
A tela sai da mão do seu filho quando os dois estão no mesmo lugar. Não quando um convence o outro.
Não é "frescura de mãe". É o que a ciência está gritando.
Zero tela de 0 a 2 anos. No máximo 1 hora por dia, com supervisão, de 2 a 5. Agora compara com o bebê no carrinho com o celular apoiado na gradinha. A média das nossas casas está anos-luz do limite de segurança.
Michel Desmurget, autor de "A Fábrica de Cretinos Digitais", documentou o que o excesso de tela faz com fala, atenção, sono e inteligência, e expôs a indústria que paga "especialistas" pra dizer que está tudo bem.
A idade média em que uma criança vê pornografia pela primeira vez hoje é por volta dos 5 anos. Não é o seu filho que procura. É o algoritmo que entrega.
Um estudo americano foi investigar crianças com QI bem acima da média. Não era leitura em voz alta: eram as crianças que faziam UMA refeição por dia à mesa, conversando com os pais. O que constrói a inteligência do seu filho está na sua mesa, com pai e mãe presentes. A tela só precisa sair da frente.
Déa Camargos é mãe de 6 filhos e vive há mais de 7 anos numa casa sem telas pras crianças. Não começou assim: ela também já teve filho hipnotizado por desenho e já usou a tela pra ter paz na hora do almoço. Até que estudou o assunto, tomou a decisão, atravessou a birra, e viu do outro lado uma casa com criança que brinca, come à mesa e dorme no horário.
Tiba é o pai dessa mesma casa. O curso dele nasceu da parte que ninguém conta: o homem que precisou aprender a conduzir, a corrigir sem se descontrolar, a estar presente de verdade e não só fisicamente. É o que ele ensina em "Seja um Pai de Verdade", com a franqueza de quem fala do que atravessou dentro de casa.
Há 10 anos os dois falam sobre família com milhões de pessoas, sempre no mesmo tom: fé, firmeza e afeto. O que esses dois cursos entregam é o que eles aplicaram na própria casa, do jeito que fizeram, com as palavras que usaram.
"Filhos, a mamãe estudou. A mamãe descobriu que as telas atrapalham o desenvolvimento de vocês. E como eu amo vocês, nós vamos diminuir."
A conversa real da retirada, na casa deles
E reação a birra perde sempre. O método tem uma sequência, e a ordem importa:
Antes de mexer em qualquer tela, você reconstrói a autoridade que a rotina corroeu. Criança não tem vontade formada: ela precisa de uma margem, e espera isso de vocês. É também o passo em que o pai entra: autoridade construída por duas pessoas não se desfaz num choro.
Bebê não é criança de 5 anos, que não é adolescente de 14. Cada fase tem um jeito certo de tirar: o corte limpo, a conversa na altura da criança, o processo gradual. Errar a abordagem da idade é o que transforma retirada em guerra.
Tela não sai deixando um buraco: sai dando lugar. Brincadeira, leitura, tarefa, mesa, quintal. É aqui que o seu filho reaprende a brincar sozinho, e vocês descobrem que vão ter MAIS tempo do que tinham, não menos.
com Déa Camargos
O método da retirada, do jeito que ela fez dentro da própria casa, com 6 filhos. Duas aulas diretas e três materiais de apoio, sem teoria que não cabe numa casa com criança correndo.





O que a tela faz com o sono, a fala, a atenção, o comportamento e o caráter do seu filho, explicado pra mãe entender e não esquecer. É essa aula que constrói a convicção que segura a sua firmeza no dia da birra.
O passo a passo da retirada: reconstruir a autoridade antes de mexer na tela, a abordagem certa pra cada idade, o que falar na hora da birra e o que entra no lugar da tela quando ela sai.
As fontes por trás de cada afirmação da masterclass, reunidas pra você ler e conferir. É o que você mostra quando alguém disser que é exagero seu.
As conversas prontas, escritas na voz da Déa, pra você saber exatamente o que dizer ao bebê, à criança pequena, à criança da idade da razão e ao adolescente.
O curso inteiro em áudio, pra ouvir enquanto cozinha, dirige ou dobra roupa. O conteúdo entra no seu dia sem exigir que você pare o dia.
já limitou o tempo, já tirou no impulso e já devolveu pra ter paz. Aqui a birra deixa de ser um risco e vira uma etapa com começo, meio e fim.
com Tiba Camargos
A masterclass que forma o homem. Boas-vindas, seis aulas de formação e duas aulas bônus. Não é sobre ajudar em casa: é sobre ocupar um lugar que é dele e de mais ninguém.









Tiba se apresenta: 43 anos, 15 de casamento, pai de 6 filhos, graduado em Filosofia, 17 anos de missão. E deixa claro o que o curso é e o que não é: não é um modelo de vida pra você copiar, é a formação de um pai.
Existe uma lei natural que rege a família, e existe uma natureza própria do pai dentro dela. A aula estabelece esse fundamento, porque é ir contra ele que adoece a casa. Sem essa base, todo o resto vira improviso.
Ninguém é bom pai carregando o que ficou mal resolvido com o próprio pai e a própria mãe. Aqui entra o rompimento do vínculo doentio, o cordão umbilical que nunca foi cortado, o perdão nos dois sentidos, e por que sem uma referência de ideal ninguém educa ninguém.
Uma pesquisa suíça mostrou que é a prática religiosa do pai, não a da mãe, que determina se os filhos mantêm a fé. Quando o pai é irregular, 60% dos filhos se perdem por completo, mesmo com a mãe na igreja todo domingo. Os números da aula são o oposto do que quase todo mundo acredita.
Temperamento não é caráter nem personalidade: não muda, você nasce com ele. A aula mostra como o seu atrapalha ou ajuda (o pai sanguíneo perde a paciência com o filho que demora a entender) e como ler o do seu filho, sem que isso vire desculpa pra defeito nenhum.
Caráter é a soma de três coisas: o que se herda no nascimento, as influências externas e a vontade. E a maior influência externa que existe na vida de uma pessoa é a família, acima da escola, da rua e de qualquer rede social. É onde educar deixa de ser corrigir comportamento e passa a ser formar gente.
Lá pelos 4 ou 5 anos, alguém precisa mostrar ao filho que existe um mundo fora do mundo da mãe. Esse alguém é o pai. Sem essa figura, a criança busca outra referência, e raramente é uma boa. A aula trata do rompimento saudável com a mãe e do que acontece com o menino quando ele não é feito.
Com um pai convidado, produtor rural e pai de quatro meninos: a condução firme que cabe ao pai, a palavra final que é dele, e o que acontece com um menino criado numa sociedade que vem apagando a figura paterna.
Com Adriano Gonçalves, psicólogo e pai de quatro meninas, coautor de "Meninas Fortes, Mulheres Virtuosas": por que a filha confirma a masculinidade do pai, e o que ele precisa fazer de diferente pra formar uma menina virtuosa.
concorda com você em teoria, quer ajudar, e na hora do choro não sabe o que fazer. Não falta vontade. Faltou alguém ensinar.
Gravata a gente usa uma vez. Perfume acaba. Os dois cursos ficam. Por isso a Déa e o Tiba abriram, neste mês dos pais, o curso dela e o curso dele no mesmo acesso, por um valor que só existe enquanto durar agosto.
Curso 1 · Liberte Seus Filhos das Telas com Déa
Curso 2 · Seja um Pai de Verdade com Tiba
Os dois cursos completos, acesso imediato aos dois no mesmo login;
O método completo da retirada por idade (do bebê ao adolescente, cada fase com seu caminho);
O passo a passo da hora da birra, com as conversas prontas do jeito que a Déa fez com os próprios filhos;
A reconstrução da autoridade antes da retirada, o passo que segura todos os outros;
A consciência profunda do que a tela causa no cérebro, no comportamento e no caráter;
A lista completa de substituições por fase: atividades, leitura, tarefas, o que colocar no lugar da tela;
A formação do pai com o Tiba: condução, correção sem grito, presença de verdade e referência dentro de casa;
Como vocês dois sustentam a mesma decisão sem briga, que é onde a maioria das casas trava;
Suporte da equipe pra vocês não travarem em nenhum passo;
Garantia incondicional de 7 dias: não valeu, devolvemos sem perguntar.
12x de R$ 41,06
ou R$ 397 à vista · os dois cursos no mesmo acesso, até 31 de agosto
Pagamento seguro Acesso imediato Garantia de 7 dias
Vocês entram, assistem os dois cursos, começam a aplicar. Se acharem que não valeu, por qualquer motivo ou por motivo nenhum, mandam uma mensagem pro suporte e devolvemos cada centavo. Sem perguntar por quê, sem formulário, sem tentar convencer do contrário. É assim que a Déa e o Tiba sempre trabalharam com a comunidade deles, e é assim que vai ser com vocês.
Assim que o pagamento é confirmado, você recebe um email com os dados de acesso. Os dois cursos ficam dentro da mesma área de membros, no mesmo login: você entra uma vez e encontra o curso da Déa e o do Tiba lado a lado, com todas as aulas e materiais liberados. Se o email não chegar em alguns minutos, confira o spam ou fale com o suporte.
Para todas. A retirada da tela muda conforme a fase, e o curso trata cada uma delas separadamente: o bebê, a criança pequena, a criança da idade da razão e o adolescente. Quanto antes começar, mais curto o processo. E a formação do pai vale para qualquer idade dos filhos, inclusive para quem ainda está esperando o primeiro.
Vai. A retirada não depende de você estar em casa o tempo todo, depende da regra estar clara e valer com todo mundo que cuida da criança. As aulas são curtas e o curso da Déa tem versão em áudio, dá para ouvir no trajeto ou na cozinha. E é justamente na casa em que os dois trabalham fora que o método faz mais falta: sem ele, a tela vira a babá de todo intervalo.
Você tentou sem método, e sozinha. É diferente. Limitar o tempo, trocar por desenho educativo e tirar no impulso não são um plano, são reações, e reação perde para a birra toda vez. Aqui existe uma sequência: autoridade primeiro, a retirada certa para a idade depois, e a substituição no lugar da tela. Nessa ordem. E se ainda assim não for para vocês, são 7 dias de garantia.
Separados, sim: cada curso tem a sua página e o seu preço o ano inteiro. Os dois juntos por R$ 397, não. Essa é uma condição especial de mês dos pais, e ela existe porque a decisão que vocês vão tomar é da casa inteira.
Até o fim de agosto. Depois disso os cursos voltam a existir separados, cada um no seu preço. O acesso de quem entrar agora não expira: os dois ficam com vocês.